terça-feira, 2 de junho de 2020

O que é prepotência

A prepotência é irmã da arrogância. Nascem ambas do complexo de inferioridade inconsciente. Para compensá-lo, o indivíduo passa a atuar de forma a demonstrar o que lhe falta, isto é, a crença em si mesmo. Prefere submeter os outros por não conseguir suportar seu sentimento interno de inferioridade. A prepotência é irmão da arrogância. 

Nascem ambas do complexo de inferioridade inconsciente. Para compensá-lo, o indivíduo passa a atuar de forma a demonstrar o que lhe falta, isto é, a crença em si mesmo. Prefere submeter os outros por não conseguir suportar seu sentimento interno de inferioridade.

Os prepotentes são pessoas de difícil trato que conseguem afastar as pessoas de si mesmo, estabelecendo uma certa distância em relação aos demais. Não são sociáveis, muito embora o desejem, porém não entendem porque não o consegue.

Face à forma de atuar na vida, se prestam facilmente a servir de anteparo as projeções das sombras dos outros. As pessoas fazem questão de lhes apontar os equívocos e a empáfia em suas atitudes.

Nesse papel, a psiquê do indivíduo se encontra prisioneira do complexo, visto que se expressa através do ego, o qual se sente poderoso. Seu aparente poder vem da conexão que estabelece com a fragilidade contida no complexo de inferioridade existente no inconsciente, tentando superá-la.

Para se sair da prepotência pode-se iniciar com a própria capitulação do ego, o qual deve começar a admitir sua própria fragilidade. Tal admissão deve começar consigo mesmo e depois para alguém. Esse é o trabalho mais difícil, visto que o ego não deseja perder sua posição, inflado, que se encontra, julgando-se possuidor de um poder. É o desafio da humildade. A força aparente de uma pessoa prepotente vem da identificação do ego com o poder dominante ao qual se vincula. Nesse ponto, ele acredita ser o próprio Self, atribuindo-se a falsa idéia de centro do mundo.

A quantidade imensa de energia dirigida para a atitude prepotente, poderia ser transformada e colocada a serviço da dissolução do complexo, através da sua conscientização. Liberada a energia constelada pelo complexo, ela poderá ser utilizada para as realizações da própria alma, dentro do processo de individuação. 
Diante de alguém prepotente, devemos perceber nossa própria sombra, ao invés de projetá-la no outro, o qual ainda não percebeu a dele. Não é conveniente colocar nossa sombra para fora, reagindo ao outro, pois estaremos agindo com a mesma arrogância dele. 


Os prepotentes são pessoas de difícil trato que conseguem afastar as pessoas de si mesmo, estabelecendo uma certa distância em relação aos demais. Não são sociáveis, muito embora o desejem, porém não entendem porque não o consegue.

Face à forma de atuar na vida, se prestam facilmente a servir de anteparo as projeções das sombras dos outros. As pessoas fazem questão de lhes apontar os equívocos e a empáfia em suas atitudes.

Nesse papel, a psiquê do indivíduo se encontra prisioneira do complexo, visto que se expressa através do ego, o qual se sente poderoso. Seu aparente poder vem da conexão que estabelece com a fragilidade contida no complexo de inferioridade existente no inconsciente, tentando superá-la.

Para se sair da prepotência pode-se iniciar com a própria capitulação do ego, o qual deve começar a admitir sua própria fragilidade. Tal admissão deve começar consigo mesmo e depois para alguém. Esse é o trabalho mais difícil, visto que o ego não deseja perder sua posição, inflado, que se encontra, julgando-se possuidor de um poder. É o desafio da humildade. A força aparente de uma pessoa prepotente vem da identificação do ego com o poder dominante ao qual se vincula. Nesse ponto, ele acredita ser o próprio Self, atribuindo-se a falsa idéia de centro do mundo.

A quantidade imensa de energia dirigida para a atitude prepotente, poderia ser transformada e colocada a serviço da dissolução do complexo, através da sua conscientização. Liberada a energia constelada pelo complexo, ela poderá ser utilizada para as realizações da própria alma, dentro do processo de individuação. 

Diante de alguém prepotente, devemos perceber nossa própria sombra, ao invés de projetá-la no outro, o qual ainda não percebeu a dele. Não é conveniente colocar nossa sombra para fora, reagindo ao outro, pois estaremos agindo com a mesma arrogância dele. 

O que é culpa

Nem sempre se trata de uma atitude, idéia ou sentimento em desacordo com as leis de Deus. Geralmente decorre de uma sanção interna por algo interna em desacordo com princípios e normas pré-estabelecidas. Resulta na inadequação entre o ato e a norma. 

Algumas vezes se deve à forma como o indivíduo, face às influências da cultura e do meio social, se sente ou se posiciona. Pode se sentir culpado por alguma coisa que, se vista sob outro ângulo teria outra conotação. Ao invés da culpa, nesse caso seria mais adequada a responsabilidade pessoal sobre o ato cometido.

A culpa é a impressão da responsabilidade que se assume diante de uma ocorrência passada, sem no entanto, a coragem de resolvê-la. Muitas vezes a pessoas se sente impotente para solucionar o conflito do qual se atribuiu a autoria. Geralmente quem se sente culpado, inconscientemente deseja e atrai algum tipo de redenção.

Liberar-se da culpa é colocar-se diante das conseqüências dos atos com a disposição de resolvê-los corajosamente. Muitas vezes, as conseqüências não tão drásticas como se pensa, visto que se antevê punições que também estão contaminadas pelos valores morais e sociais de cada época.

Todas as atitudes que o ser humano tem, por mais vis que sejam, podem não deixar culpa quando, ato contínuo à realização, advém o trabalho sincero de reparar-lhes as conseqüências danosas a si e aos outros. Não basta o arrependimento nem a realização de outro ato compensatório, pois o trabalho de reparação requer retornar-se às causas geradoras daquilo que foi feito. O processo de reparação não é punitivo ou compensatório, mas sempre educativo. 

Para a eliminação da culpa é preciso aprender a não fazer mais o que se fez e internalizar a lei de Deus que não conhecia, antes de se cometer o ato equivocado.
Diante da culpa e com consciência plena de ter feito algo inadequado, algumas atitudes psicológicas e práticas são recomendáveis. 

Do ponto de vista psicológico, quando se comete algo que acredita estar em desacordo com alguma norma, instala-se automaticamente o processo de culpa. Abre-se, dessa forma, uma porta para que algum evento externo venha conectar-se a essa “permissão”. Quando a culpa é inconsciente, proveniente de vidas passadas, algum evento ocorrerá para que se repare o equívoco.

A psiquê fica vulnerável à ocorrência de um evento externo para que o sistema entre em equilíbrio, e se feche a porta que se foi aberta. Esse evento externo não necessita da ação de outra pessoa, que pode, por livre arbítrio, tornar-se o “justiceiro” de nosso destino. Neste caso, a pessoa estará abrindo alguma porta que exigirá um evento correspondente, para seu próprio equilíbrio.

O trabalho de reparação dos equívocos cometidos, conscientemente ou não, pode ser feito sem que o espírito venha a sofrer. Para tanto deve:

Formular detalhadamente o equívoco cometido
Enumerar todas as razões pessoais, sejam condenáveis ou não que levaram ao ato
Enumerar outras maneiras que poderiam ter sido utilizadas para a realização daquele ato
Identificar atitudes, pensamentos e sentimentos que gostaria de evitar ocorrer de novo
Verificar em que leis espirituais, das constantes nos próximos capítulos, “tropeçou”
Estabelecer um plano exeqüível em que agora haja de acordo com cada lei que contrariou por atuação indevida ou desconhecimento
Submeter suas conclusões a outra pessoa

As culpas são processos que permitem a instalação de obsessões, quando não nos confessamos a nós mesmos, a alguém e a Deus. Tornam-se perigosas companheiras psíquicas na medida que desejamos ser punidos.

Às vezes, a culpa é tão forte que chegamos a somatizar processos físicos dolorosos de reparação. Algumas doenças, até mesmo a síndrome do pânico, podem se originar das culpas não trabalhadas. Na culpa, o ego submete-se ao complexo de rejeição e de auto punição.

O que é transtorno obsessivo-amoroso?

Transtorno obsessivo-amoroso refere-se a uma condição em que você se torna obcecado por uma pessoa pela qual pensa estar apaixonado. Você pode sentir a necessidade de proteger obsessivamente seu ente querido, ou até mesmo se tornar um controle deles como se fossem uma possessão.

Embora não exista uma classificação médica ou psicológica separada para o transtorno obsessivo-amoroso, ele pode acompanhar outros tipos de doenças de saúde mental. Converse com seu médico se você acha que você ou um ente querido pode ter o distúrbio. O tratamento pode ajudar a diminuir os sintomas e também evitar complicações nos relacionamentos.

Quais são os sintomas do transtorno obsessivo-amoroso?

Os sintomas podem incluir:
  • uma atração avassaladora por uma pessoa
  • pensamentos obsessivos sobre a pessoa
  • sentir a necessidade de "proteger" a pessoa que você ama
  • pensamentos e ações possessivas
  • ciúme extremo por outras interações interpessoais
  • baixa autoestima
Pessoas com o transtorno obsessivo-amoroso também podem não aceitar a rejeição com facilidade. Em alguns casos, os sintomas podem piorar no final de um relacionamento ou se a outra pessoa o rejeitar. Existem outros sinais desse distúrbio, como:
  • textos, e-mails e telefonemas repetidos para a pessoa em que ela está interessada
  • uma necessidade constante de segurança
  • dificuldade em fazer amizades ou manter contato com familiares por causa da obsessão por uma pessoa
  • monitorar as ações da outra pessoa
  • controlar para onde a outra pessoa vai e as atividades em que ela se envolve
O que faz uma pessoa desenvolver um distúrbio obsessivo-amoroso?

Não há uma causa única de transtorno obsessivo-amoroso. Em vez disso, pode estar ligado a outros tipos de deficiências em saúde mental, como:

Distúrbios de fixação
Esse grupo de distúrbios refere-se a pessoas que têm problemas de apego emocional, como falta de empatia ou obsessão por outra pessoa.

Os tipos de distúrbios de apego incluem transtorno de envolvimento social desinibido e transtorno de apego reativo, e ambos se desenvolvem durante a infância a partir de experiências negativas com os pais ou outros cuidadores adultos.

No transtorno de envolvimento social desinibido, você pode ser excessivamente amigável e não tomar precauções com estranhos. Com o transtorno de apego reativo, você pode se sentir estressado e ter problemas para se relacionar com os outros.

Transtorno de personalidade limítrofe

Esse distúrbio de saúde mental é caracterizado por um distúrbio da auto-imagem associado a graves alterações de humor. O transtorno de personalidade limítrofe pode levar você a ficar extremamente irritado ou extremamente feliz em questão de minutos ou horas.

Episódios ansiosos e depressivos também ocorrem. Ao considerar o transtorno obsessivo-amoroso, os transtornos de personalidade podem causar alternância entre amor extremo por uma pessoa e desdém extremo.

Ciúme delirante

Com base em ilusões (eventos ou fatos que você acredita serem verdadeiros), esse distúrbio é exibido pela insistência em coisas que já se provaram falsas. Quando se trata de amor obsessivo, o ciúme ilusório pode fazer você acreditar que a outra pessoa retribuiu seus sentimentos por você, mesmo que tenham deixado claro que isso não é verdade.

Erotomania

Essa desordem é uma interseção entre desordens de amor ilusórias e obsessivas. Com a erotomania, você acredita que alguém famoso ou com um status social mais alto está apaixonado por você. Isso pode levar ao assédio da outra pessoa, como aparecer em sua casa ou local de trabalho.

De acordo com a psiquiatria abrangente, as pessoas com erotomania geralmente são isoladas com poucos amigos e podem até estar desempregadas.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é uma combinação de pensamentos obsessivos e rituais compulsivos. Estes são graves o suficiente para interferir na sua vida cotidiana. O TOC também pode fazer com que você precise de garantias constantes, o que pode afetar seus relacionamentos.

Dizem que algumas pessoas têm relacionamento com TOC , onde obsessões e compulsões estão centradas no relacionamento. No entanto, este não é um subtipo oficialmente reconhecido de TOC.

Ciúme obsessivo

Ao contrário do ciúme ilusório, o ciúme obsessivo é uma preocupação não-ilusória com a infidelidade percebida de um parceiro. Essa preocupação pode levar a comportamentos repetitivos e compulsivos em resposta a preocupações de infidelidade. Esses comportamentos se assemelham mais ao TOC do que ao ciúme delirante. Isso pode causar sofrimento significativo ou prejudicar o funcionamento diário.

Como é diagnosticado o transtorno obsessivo-amoroso?

O transtorno obsessivo-amoroso é diagnosticado com uma avaliação completa de um psiquiatra ou outro profissional de saúde mental. Primeiro, eles vão entrevistá-lo, fazendo perguntas sobre seus sintomas, bem como sobre seus relacionamentos. Eles também perguntam sobre sua família e se existem doenças conhecidas de saúde mental.

Um diagnóstico médico também pode ser necessário para descartar outras causas. Como o transtorno obsessivo-amoroso se cruza com outras formas de distúrbios da saúde mental, ele não é classificado no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) da American Psychological Association.

Como é tratado o transtorno obsessivo-amoroso?

O plano de tratamento preciso para esse distúrbio depende da causa subjacente. No entanto, muitas vezes envolve uma combinação de medicação e psicoterapia.

Os medicamentos podem ser usados ​​para ajustar os produtos químicos do cérebro. Por sua vez, isso pode reduzir os sintomas do distúrbio. O seu médico pode recomendar um dos seguintes:

  • medicamentos anti-ansiedade, como Valium e Xanax
  • antidepressivos, como Prozac, Paxil ou Zoloft
  • antipsicóticos
  • estabilizadores de humor
Pode demorar várias semanas para o seu medicamento funcionar. Você também pode precisar experimentar tipos diferentes até encontrar o que funciona melhor para você. Converse com seu médico sobre possíveis efeitos colaterais, como:
  • mudanças de apetite
  • boca seca
  • fadiga
  • dores de cabeça
  • insônia
  • perda de libido
  • náusea
  • ganho de peso
  • piora dos sintomas
A terapia também é útil para todas as formas de transtorno obsessivo-amoroso. Às vezes, é útil que as famílias se envolvam com sessões de terapia, especialmente se o transtorno obsessivo-amoroso deriva de problemas durante a infância. Dependendo da gravidade do distúrbio e de suas preferências pessoais, você pode se envolver em terapia individual ou em grupo. Às vezes, um profissional de saúde mental recomendará os dois tipos.

As opções de terapia incluem:
  • terapia cognitiva comportamental
  • terapia comportamental dialética
  • terapia lúdica (para crianças)
  • terapia de conversação
Qual é a perspectiva de uma pessoa com transtorno obsessivo-amoroso?

O transtorno obsessivo-amoroso está ganhando mais atenção, mas é relativamente raro. Estima-se que menos de  0,1% das pessoas têm o distúrbio.

Se você ou um ente querido tiver possíveis sintomas de transtorno obsessivo-amoroso, consulte um médico. Eles podem encaminhá-lo a um psiquiatra para ajudar a determinar se você realmente tem o transtorno. Você também pode ter outra doença de saúde mental.

Quando diagnosticado e tratado, o transtorno obsessivo-amoroso pode ter um resultado positivo. A chave, no entanto, é não interromper a terapia ou o tratamento se você se sentir melhor. Parar de repente o tratamento pode piorar os sintomas ou fazê-los retornar.

Diferença entre amor e obsessão

O amor é um sentimento do coração, e a obsessão pode ser denominada como um sentimento louco. Embora o amor e a obsessão estejam relacionados em alguns aspectos, nunca se pode pensar que os dois são iguais.

O amor é um sentimento incontrolável e um sentimento que se tem por outra pessoa. Amar sempre significa cuidar, apoiar e dar. Por outro lado, obsessão é apenas uma idéia louca, em que uma pessoa não pode pensar de maneira afetuosa.

O amor é um sentimento quando uma pessoa quer o melhor para quem ama e sempre quer que ela seja feliz, mesmo que não faça parte de sua vida. Por outro lado, a obsessão é um sentimento louco, onde a pessoa quer que a outra seja apenas dele. Uma pessoa obcecada sempre pensa em ter a pessoa amada do seu lado o dia todo.

Um pode dar mais importância às necessidades do outro quando está apaixonado. Para a pessoa apaixonada, as necessidades do outro recebem destaque. Visto que uma pessoa obcecada dá mais importância a suas necessidades; o amor é algo que faz a pessoa se sentir bem. A obsessão faz com que alguém pareça um idiota.

Pode-se dizer que o amor não tem limites ou fronteiras. No amor, há total liberdade. Bem, a obsessão é algo que tem suas próprias limitações e é uma condição em que a pessoa sente que não tem liberdade.

A obsessão também está envolta em ciúmes. Por outro lado, o amor é sempre puro e é o entendimento entre os indivíduos. As pessoas apaixonadas confiam umas nas outras cegamente. Pelo contrário, uma pessoa obsessiva sempre desejará conhecer todos os detalhes sobre a outra pessoa. Isso significa apenas que um relacionamento obsessivo carece de confiança.

Resumo:

1. Amar sempre significa cuidar, apoiar e dar. A obsessão é apenas uma idéia louca, em que uma pessoa não pode pensar de maneira afetuosa.

2. Um pode dar mais importância às necessidades do outro quando está apaixonado. Visto que uma pessoa obcecada dá mais importância a suas necessidades;

3. O amor não tem limites ou fronteiras, e há total liberdade. Bem, a obsessão é algo que tem suas próprias limitações e é uma condição em que a pessoa sente que não tem liberdade.

4. A obsessão também está envolta em ciúmes. O amor é sempre puro, e é o entendimento entre os indivíduos.

É depressão ou tristeza?

Tristeza é uma emoção humana que todas as pessoas sentem em determinados momentos da vida. Sentir-se triste é uma reação natural a situações que causam transtorno emocional ou dor. Existem vários graus de tristeza. Mas, como outras emoções, a tristeza é temporária e desaparece com o tempo. Dessa maneira, a tristeza difere da depressão.

Depressão é uma doença mental de longo prazo. Prejudica as áreas sociais, ocupacionais e outras áreas importantes de funcionamento. Se não for tratado, os sintomas da depressão podem durar muito tempo.

Sintomas

Quando você está triste, às vezes pode parecer abrangente. Mas você também deve ter momentos em que consiga rir ou ser confortado. Depressão difere de tristeza. Os sentimentos que você tem afetarão todos os aspectos da sua vida. Pode ser difícil ou até impossível encontrar diversão em qualquer coisa, incluindo atividades e pessoas que você gostava. Depressão é uma doença mental, não uma emoção.

Os sintomas da depressão podem incluir:

  • sentimentos constantes de tristeza
  • irritabilidade
  • fadiga
  • mudanças nos padrões de sono ou alimentação
  • dificuldade de concentração
  • perda de interesse e entusiasmo por coisas que costumavam proporcionar prazer
  • sentimentos de culpa profunda e injustificada
  • sintomas físicos, como dores de cabeça ou dores no corpo que não têm uma causa específica
  • sentimentos de inutilidade
  • pensamentos constantes sobre a morte
  • pensamentos ou ações suicidas

Você pode ter alguns desses sintomas se estiver triste, mas eles não devem durar mais de duas semanas. Pensamentos suicidas são um sinal de depressão, não de tristeza.

Nove processos para avaliar sintoma depressivo

São eles:

  1. sentir-se deprimido ao longo de cada dia na maioria ou em todos os dias
  2. falta de interesse e prazer em atividades que você costumava achar prazerosas
  3. problemas para dormir ou dormir demais
  4. problemas para comer ou comer demais, juntamente com ganho ou perda de peso
  5. irritabilidade, inquietação ou agitação
  6. fadiga extrema
  7. sentimentos injustificados ou exagerados de culpa ou inutilidade
  8. incapacidade de se concentrar ou tomar decisões
  9. pensamentos ou ações suicidas, ou muito sobre a morte e o morrer
Fatores de risco

Depressão pode ocorrer em homens e mulheres de qualquer idade. A depressão afeta pessoas de todos os grupos étnicos e origens socioeconômicas.

Existem vários fatores de risco para depressão. Mas ter um ou mais fatores de risco não significa que você ficará deprimido. Os fatores de risco incluem:

  • trauma na primeira infância ou na adolescência
  • incapacidade de lidar com um evento devastador da vida, como a morte de um filho ou cônjuge, ou qualquer situação que cause níveis extremos de dor
  • baixa auto-estima
  • histórico familiar de doença mental, incluindo transtorno bipolar ou depressão
  • histórico de abuso de substâncias, incluindo drogas e álcool
  • falta de aceitação da família ou da comunidade para se identificar como lésbica, gay, bissexual ou transgênero (LGBT)
  • problemas para se adaptar a uma condição médica, como câncer, derrame, dor crônica ou doença cardíaca
  • dificuldade em se adaptar às alterações do corpo devido a lesão catastrófica, como perda de membros ou paralisia
  • histórico de distúrbios de saúde mental anteriores, incluindo anorexia, bulimia, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) ou transtorno de ansiedade
  • falta de um sistema de apoio, como amigos, familiares ou colegas de trabalho

A depressão também é um possível efeito colateral de alguns medicamentos. Se você está preocupado com o fato de que um medicamento que você está tomando esteja afetando seu humor, discuta-o com seu médico. Alguns medicamentos que podem causar depressão incluem:

  • bloqueadores beta
  • corticosteróides
  • medicações hormonais
  • estatinas, que são drogas usadas para tratar o colesterol alto
Quando você deve procurar ajuda?

Converse com seu médico se sentir tristeza por mais de duas semanas.  Observe se seus sentimentos interferem em sua capacidade de funcionar, participar da vida ou experimentar prazer. Falar com um profissional, como um terapeuta ou outra pessoa de confiança, pode ser um primeiro passo poderoso para a recuperação.

Diagnóstico

O seu médico usará várias ferramentas de diagnóstico para ajudar a distinguir entre tristeza e depressão. O seu médico fará uma série de perguntas ou você preenche um questionário com base nos critérios do DSM-5. Isso os ajudará a determinar se você está enfrentando tristeza ou depressão.

Eles também querem conversar com você sobre seus sintomas. Eles perguntam como você está se sentindo e como é sua vida diária.

O seu médico também pode fazer um exame físico. Isso determinará qualquer problema de saúde subjacente que afete sua condição. Isso pode incluir um exame de sangue para determinar se você tem uma tireóide hiperativa (hipotireoidismo).

Tratamento

Se sentir tristeza, algumas pequenas mudanças no estilo de vida podem ajudar.

  • Conecte-se com outras pessoas. 
  • Faça uma atividade que você goste.
  • Assista a programas ou filmes engraçados de televisão ou leia um livro leve ou engraçado.
  • Envolva-se em atividades físicas ou esportes.
  • Se você gosta de animais, passe um tempo diariamente com um amigo peludo.
  • Não se automedique com o uso de drogas ou álcool.
  • Tenha uma alimentação saudável e tentando dormir o suficiente.
  • Se você tiver problemas para dormir, tente meditar ou tomar um banho quente antes de dormir.
  • Simplifique sua vida da melhor maneira possível.

Mudanças no estilo de vida também podem ajudá-lo a se sentir melhor se estiver com depressão. Mas essas mudanças podem não ser suficientes. Se você está deprimido, o aconselhamento psicológico com um profissional em quem confia pode fazer a diferença. Esse tipo de aconselhamento também é conhecido como terapia de conversação.

O seu médico ou terapeuta pode prescrever medicamentos para você. Existem muitos tipos diferentes de antidepressivos. Você e seu médico decidirão quais você deve tentar. Isso depende de suas necessidades, histórico familiar, alergias e estilo de vida. Pode ser necessário tentar vários antes de encontrar um plano de tratamento que funcione melhor para você. Às vezes, os antidepressivos podem aumentar os pensamentos suicidas. É importante que você informe imediatamente o seu médico se sentir piora da depressão.

Se cuide

Se você está passando por um período de tristeza, mudanças no estilo de vida e ser proativo podem ajudar. Você também pode procurar ajuda profissional se achar que isso ajudará a conversar. Ou se você sentir que a medicação pode ajudar.

Depressão é tratável. Porém, mudanças simples no estilo de vida podem não ser suficientes para ajudá-lo a se recuperar. Você provavelmente precisará participar da terapia. Você também pode tomar medicamentos para ajudar a tratar seus sintomas.

Permita-se obter a ajuda de que precisa. Se você acha que não pode dar o próximo passo, tente conectar-se com alguém que dará esse passo com você. Por exemplo, converse com um médico de família confiável. Ou você pode pedir a um amigo ou membro da família para acompanhá-lo à sua primeira consulta com um terapeuta. Não importa como você está se sentindo hoje, você merece e pode alcançar esperança e cura.

Deixe ir embora

Conquistar tristeza e depressão exige esforço. Certifique-se de manter os seus compromissos se estiver vendo um terapeuta. E fale sobre tudo o que está em sua mente. Aqui estão mais algumas dicas para ajudá-lo a gerenciar a tristeza e a depressão:

  • Defina seu despertador e acorde à mesma hora todos os dias. Manter uma rotina que inclua o autocuidado pode ajudar a tornar a vida mais gerenciável.
  • Inclua atividade física em sua rotina. Pode melhorar o humor e melhorar sua saúde.
  • Não se isole. Passe algum tempo todos os dias com alguém que você gosta, pessoalmente ou por telefone.
  • Continue as atividades que lhe deram alegria no passado ou tente novas atividades que lhe interessam. Ter algo pelo que esperar pode ajudar a melhorar o seu humor.

 

 


Lidar com a depressão após uma separação

Rompimentos nunca são fáceis. O fim de um relacionamento pode virar o mundo de cabeça para baixo e desencadear uma série de emoções. Algumas pessoas aceitam rapidamente o fim de um relacionamento e seguem em frente, mas outras podem lidar com a depressão.
Este pode ser um momento de partir o coração e pode parecer como se seu mundo estivesse desmoronando. Mas enquanto a tristeza e um estado emocional elevado são reações normais após um rompimento, é importante reconhecer os sintomas da depressão.
Sintomas saudáveis ​​versus não saudáveis ​​de uma separação
Como os sintomas da depressão podem variar de leve a grave, muitas vezes é difícil saber se a tristeza e o luto são uma reação normal a um rompimento ou um sinal de algo mais sério como a depressão.
Não há problema em lamentar a perda de um relacionamento ao iniciar o processo de cura. Mas isso não sugere que toda emoção que você sente seja uma reação normal. Existem sintomas saudáveis ​​e não saudáveis ​​de um rompimento. Conhecer as diferenças entre esses sintomas pode ajudá-lo a determinar se está com depressão.
Os sintomas saudáveis ​​de um rompimento podem incluir:
  • raiva e frustração
  • choro e tristeza
  • medo
  • insônia
  • perda de interesse em atividades
Esses sintomas são problemáticos. Mas se você estiver experimentando uma reação normal ao rompimento, seu estado emocional melhorará pouco a pouco à medida que você se ajusta à vida sem seu parceiro. A quantidade de tempo que leva para curar varia para cada pessoa, portanto, seja paciente.
Embora seja normal sentir tristeza e dor após uma separação, você deve conversar com um médico se seus sintomas não começarem a melhorar após algumas semanas ou se piorarem. Para ser diagnosticado com depressão, você deve experimentar pelo menos cinco dos nove sintomas a seguir por um período de pelo menos duas semanas:
  • sentindo-se triste, vazio ou sem esperança a maior parte do dia quase todos os dias
  • perda de interesse em atividades que você já desfrutou
  • perda de peso e perda de apetite ou aumento de apetite e ganho de peso
  • dormindo muito pouco ou muito
  • aumento nos movimentos, como estimulação ou torção da mão, ou movimento e fala significativamente mais lentos
  • sentindo como se você não tivesse energia durante a maior parte do dia
  • sentindo-se inútil
  • dificuldade em se concentrar ou tomar decisões
  • pensamentos sobre a morte, também chamados de idéia suicida
A depressão pode acontecer a qualquer pessoa após um rompimento, mas algumas pessoas correm maior risco. A causa da depressão varia, mas você pode sentir esses sentimentos se tiver um histórico pessoal de depressão ou outro distúrbio de humor. Outros fatores que podem contribuir para a depressão após um rompimento incluem alterações hormonais ou, ao mesmo tempo, suportar outra grande mudança em sua vida, como perda de emprego ou perda de um ente querido.
O que acontece se a depressão não for tratada?
Reconhecer sinais de depressão após uma separação e obter ajuda para essa condição pode diminuir o risco de complicações. Se não for tratado, você pode contar com álcool ou drogas para entorpecer a dor emocional. A depressão também afeta a sua saúde física. Você pode sentir dores nas articulações, dores de cabeça e dor de estômago inexplicável. Além disso, o estresse crônico pode enfraquecer seu sistema imunológico e torná-lo mais suscetível a infecções e doenças. Comer emocional pode causar ganho excessivo de peso e aumentar o risco de doenças cardíacas e diabetes.
Outras complicações da depressão podem incluir:
  • ataques de pânico
  • problemas em casa, trabalho ou escola
  • pensamentos suicidas
Tratamentos para depressão
Consulte um médico se seus sintomas não começarem a melhorar em duas a três semanas.
Com base nos seus sintomas, seu médico pode prescrever um antidepressivo para ajudá-lo a lidar com suas emoções. Esses incluem:
  • inibidores seletivos da recaptação de serotonina, como fluoxetina (Prozac) e paroxetina (Paxil)
  • inibidores da recaptação de serotonina-noradrenalina, como duloxetina (Cymbalta) e venlafaxina (Effexor XR)
  • antidepressivos tricíclicos, como imipramina (Tofranil) e nortriptilina (Pamelor)
  • inibidores da monoamina oxidase, como tranylcypromine (Parnate) e phenelzine (Nardil)
Certifique-se de entender os riscos de tomar antidepressivos. Alguns medicamentos podem causar efeitos colaterais sexuais, aumento do apetite, insônia e ganho de peso.
Converse com seu médico se seus sintomas não melhorarem ou piorarem, ou se você tiver efeitos colaterais graves. O seu médico pode ajustar sua dose ou recomendar um medicamento diferente. Dependendo da gravidade da depressão após um rompimento, seu médico pode recomendar aconselhamento ou psicoterapia para ajudá-lo a lidar com seus sentimentos, especialmente se você teve pensamentos suicidas.
As formas de lidar com a depressão que não envolvem ajuda profissional incluem:
Exercício: A atividade física pode fortalecer seu sistema imunológico e aumentar sua energia. O exercício também aumenta a produção de endorfinas no corpo, o que pode melhorar seu humor. Procure 30 minutos de atividade física pelo menos três vezes por semana.
Mantenha-se ocupado: explore hobbies e mantenha sua mente ocupada. Se você estiver deprimido, leia um livro, dê um passeio ou comece um projeto pela casa.
Durma bastante: descansar bastante também pode melhorar seu bem-estar mental e ajudá-lo a lidar após um rompimento.
Remédios naturais e à base de plantas: se você não quiser tomar um medicamento, consulte o seu médico sobre suplementos usados ​​para a depressão, como a erva de São João, a S-adenosilmetionina ou SAMe e os ácidos graxos ômega-3 em forma de óleo de peixe. Alguns suplementos não podem ser combinados com medicamentos prescritos; portanto, consulte seu médico com antecedência. Você também pode explorar terapias alternativas para a depressão, como acupuntura, massagem terapêutica e meditação.
Obtendo suporte após uma separação
Passar por um rompimento é mais fácil quando você recebe apoio de familiares e amigos. Você não precisa passar por isso sozinho, então se rodeie de pessoas positivas que o incentivam. Se você estiver se sentindo sozinho ou com medo, ligue para um ente querido e faça planos sociais.
Evite pessoas negativas que possam julgá-lo ou criticá-lo. Isso pode piorar a depressão e dificultar a recuperação após uma separação.
Você também pode combater a solidão e a depressão após um rompimento cultivando novas amizades e se reconectando com velhos amigos. Reúna-se com alguns colegas para almoçar ou jantar, ou se envolver na sua comunidade para conhecer novas pessoas. Participe de um clube, participe de uma aula ou seja voluntário no seu tempo livre.
Mesmo que sua depressão não seja grave o suficiente para psicoterapia, pode ser útil ingressar em um grupo de apoio. Procure grupos de apoio à separação e divórcio perto de sua casa ou escolha um grupo de apoio para doenças mentais e depressão. Você conhecerá pessoas que passaram pela mesma experiência, além de aprender técnicas para lidar com suas emoções.
Quais são as perspectivas de depressão após um rompimento?
Apesar da montanha-russa de um rompimento, é possível curar e superar a angústia mental. A perspectiva é positiva com o tratamento, mas é importante que você não ignore sentimentos negativos e tristezas prolongados. O processo de cura varia para cada pessoa. Mas com a ajuda de amigos, familiares e talvez um médico, você pode superar a depressão e seguir em frente depois que um relacionamento termina.

O que o desgosto faz à sua saúde?

Recuperar-se de uma separação pode ser um trabalho árduo. E não é só na sua cabeça - também pode haver efeitos físicos.

Acredito 100% que um coração partido e uma dor emocional podem afetar negativamente a saúde física. A mente é um órgão muito poderoso e o coração partido é uma emoção muito poderosa. Quando os dois se combinam, certamente pode produzir uma reação física. 

Dor e o cérebro

Embora os especialistas concordem que um rompimento pode causar dor física e outros efeitos à saúde, o "porquê" não está claro.

Pesquisas recentes descobriram que pessoas que sofreram um rompimento recentemente experimentam atividade cerebral semelhante quando mostram fotos de seus entes queridos, como sentem dor física. Os pesquisadores concluíram que a rejeição e a dor emocional e física são processadas nas mesmas regiões do cérebro.Isso pode ocorrer porque os sistemas de ativação simpático e parassimpático são acionados simultaneamente.

O sistema parassimpático é a parte do sistema nervoso que lida com funções relaxadas, como digestão e produção de saliva. Diminui a frequência cardíaca e a respiração. O sistema nervoso simpático, por outro lado, prepara o corpo para a ação. É a resposta de "fugir ou lutar" que envia hormônios correndo pelo corpo para aumentar a freqüência cardíaca e acordar os músculos. Quando os dois são ligados simultaneamente, é lógico que o corpo sentirá desconforto - possivelmente até dores no peito.

Coração partido pode ser debilitante

Embora possamos não saber exatamente por que o coração partido afeta nosso corpo físico, os efeitos são muitos e podem ser debilitantes.
Eu já experimentei pacientes que sofreram um derrame ou ataque cardíaco devido ao estresse de um rompimento. Embora sejam casos extremos, eles ilustram a intensidade com que sentimos dor emocional.

O coração partido pode levar a mudanças de apetite, falta de motivação, perda ou ganho de peso, excesso de comida, dores de cabeça, dor de estômago e sensação geral de mal-estar. 

Tratar os efeitos do desgosto e permitir que a pessoa lamente a perda de um relacionamento pode ser um equilíbrio complicado.

Depressão, ansiedade e abstinência de amigos, familiares e atividades habituais são algumas das reações emocionais mais comuns à dor de cabeça após um rompimento. Pode ser um problema, porque, embora desejemos que um indivíduo sinta o que sente e lamente essa perda, também não queremos que ele entre em isolamento, depressão e ansiedade.

O que você pode fazer

Você deve permanecer ativo mesmo quando você não deseja, manter hábitos alimentares adequados e se envolver com as pessoas do seu círculo social pode ajudar a minimizar os riscos de problemas de saúde devido a uma separação.
Infelizmente, o único remédio para desgosto e dor emocional é o tempo. Muitas vezes tentamos manter um relacionamento depois, apenas prolongando a dor. A menos que haja crianças envolvidas, a melhor opção é evitar o contato com a pessoa; isso inclui nas mídias sociais.